terça-feira, 15 de setembro de 2009

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Meu Deus, como isso dói...

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Minha vida sem mim

Certa vez, passando em uma locadora, me deparei com esse filme; 'Minha vida sem mim'. Achei o título muito interessante e assisti ao filme, apesar de não me lembrar muito bem do que se trata. O importante é esse curioso título. Pensei que nunca entenderia essa expressão, mas o momento pelo qual eu passo, há um tempo já, se encaixa no oposto dessa frase: Eu sem minha vida...
eu me sinto sem lar, sem um porto para voltar, sem base. Parece que estou numa longa viagem em que não há tempo nem mesmo de desfazer as malas e já tenho que sair novamente. Não sei em que lugares devo ir nem onde ficar, pareço perdida. As almofadas da minha cama já não são minhas, assim como o sofá em que eu sento... Nada parece meu. Nada mesmo.
É como um filme em que, depois da morte, a alma passeia pela casa em que morou vendo como estão as pessoas da sua família. Eu passeio pelos lugares, mas não me sinto em nenhum deles.
As minhas férias terminaram... E olha só, pasmem! Quando cheguei na escola em que trabalho, tive, em quase dois meses, pela primeira vez, a sensação de estar em um lar. Até com os problemas e mágoas, isso faz parte de uma família. No trabalho eu me sinto em casa, mas mesmo assim, a casa de outrem.
Onde está o meu lugar? Minha amiga diz que a casa é onde está o seu coração. Infelizmente, eu sou composta de outras partes do corpo e elas precisam descansar. Precisam de segurança. Precisam de paz.
Hoje, eu escrevo em um computador que não é o meu... numa cadeira que nunca tinha visto antes na vida, não reconheço as paredes, os odores, as texturas. Só reconheço uma pausa insistente, uma supressão, espera... como se eu estivesse entrecortada por reticências que vão e voltam, formam um circulo com apenas três esferas. Eu não sei onde é o meu lugar, nem mesmo sei se tenho um... O que eu queria mesmo era amenizar esse sentimento, sentir-me inserida na vida ou na casa de alguém. Inserida na minha própria vida, que eu nem sei se algum dia posso defini-la...

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Agosto... Desgosto??

Nossa, o mês começou há apenas dez dias e muita coisa aconteceu!
Toda essa confusão a respeito da Gripe A, lei antifumo, férias intermináveis... Sem contar as mudanças e preocupações pessoais que estão surgindo por aqui. Realmente, muito enrolado!!
Mas sabe, estou bem contente, porque sei que depois de uma tempestade, fica tudo claro. E as coisas vão se acertando, aos poucos. Em todos os campos e setores.
Por isso, ando escrevendo pouco... Parece que apenas pensar acelera as coisas e eu quero que tudo fique bem logo. Assim que ficar, eu volto.

sábado, 1 de agosto de 2009

A vida não é filme

Há dias estou hesitando para escrever esse post, mas não adianta. Essas palavras cismam em sair de dentro de mim, mesmo que eu venha tentando guardá-las em algum lugar em que eu possa esquecê-las. Não consegui.
Vou tentar mais uma vez. Amanhã eu escrevo.

terça-feira, 28 de julho de 2009

De volta à vida real

Uma semana sem escrever, mas voltei de viagem. Infelizmente...
Eu me rendo aos encantos baianos. Adorei a cidade. o sol, o astral, e tudo aquilo que nos faz pensar que a felicidade está, realmente, nas coisas pequenas e que não precisamos de muito para viver. É clichê, mas é verdade.
Ao chegar em casa, há dois dias, já tive vários aborrecimentos. Fúteis, sem motivo, discussões a respeito do mínimo enquanto há tanta coisa séria a se pensar e tanta vida para aproveitar. Por que gostamos de tanta complicação? Por que não podemos simplesmente ser felizes, tratar cada um com todo o respeito e gentileza que gostaríamos de receber e pronto?? Sentarmos para conversar, ouvir música, ler ou recitar, namorar, abraçar...
Estou um pouco farta dessa falta de civilidade e da tendência que temos a dificultar todas as coisas.

terça-feira, 21 de julho de 2009

O outro assunto

Faz uns dias que escrevi porque estou viajando. Pois é, de novo! Para quem costuma passar as férias em casa, se divertindo com séries, filmes e livros, esse ano está bem diferente! Mês surpreendente!
E sabe o que é mais surpreendente ainda? Estou em Porto Seguro! Uma falsa gringa que gosta de rock na terra do axé!! Oxe!!
Eu volto na segunda-feira, então até lá talvez eu consiga escrever, talvez não... Vou tentar.
Hoje eu pensei em escrever sobre várias coisas, sobre esse lugar e o que penso por estar aqui. Acho melhor não... Na semana que vem, escrevo tudo de uma vez só.
Nos últimos posts, escrevi que os nossos pensamentos vêm descordenados e desconexos. Acho que meus sentimentos são assim também. Eu tenho sentido tanta coisa, que eu nem consigo falar direito. Por isso, vou resumir um pouco.
Esses dias, senti muita nostalgia, por ter passado uns dias em São Paulo. Mas também me senti muito feliz por não morar mais lá.
Sinto-me extremamente triste com a volta da Fê para São Paulo. Ela não faz ideia do quanto eu amo o Sammy e o quanto eu jásinto falta dele. Isso acabou comigo.
Além disso, deixou minha mãe triste, outra coisa que não suporto.
Mas nem só de tristezas vivem meus sentimentos!!
O acontecimento mais feliz da semana foi o Rogério aparecer na rodoviária. Ele também, se soubesse a diferença que esses pequenos atos fazem na minha vida, entenderia muitas coisas. Eu nunca pensei que ao ficar mais velha eu fosse finalmente conhecer alguém assim. Isso é muito bom e me deixa muito feliz. Pena ele não estar de férias aqui comigo...
E, para finalizar, minhas viagens e meus amigos. Tudo fica mais leve assim.
Se amanhã estiver chovendo, escrevo mais... Senão, vou tentar virar uma gringa falsa e bronzeada!!

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Hasta la vista, baby...

Esse é um post de tchau. Não vou dizer adeus, mas "até logo!"
É dificil imaginar que aquela pessoa, com a qual você pode contar há quase duas décadas, estará tão longe. Está certo, ultimamente não andávamos tão perto, mas duas horas de viagem é muito diferente de 24!!!
Desde que tínhamos pensamentos loucos, como nos casarmos com artistas do rock e com o John Connor (no meu caso!!) ou quando assistíamos um milhão de vezes ao mesmo clipe ou divagávamos na janela da sua casa, você é minha melhor amiga. A tradução perfeita de alguém que sabe valorizar as outras pessoas e as faz se sentirem bem.
Na sua despedida, eu lembrei do filme Cidade de Deus. Não sei se você viu, mas tem a cena em que o bandido "gente-boa" faz uma festa de despedida. E alguém comenta que só um cara daquele jeito, tão amado, poderia reunir pessoas tão diferentes entre si. Isso porque ele não te conhece! Amigos de todos os cantos do Brasil (e agora do mundo) sentem sua falta, pensam em você, são presenteados por te ter na vida deles. Assim como eu.
Fabi, eu não sei mais o que te dizer, a não ser obrigada! Obrigada por perguntar a minha banda preferida, por colocar mercúrio no meu joelho toda vez que eu caia no caminho da sua casa, por me deixar ficar na sua casa no dia da estreia do clip "Living on the edge", para assistirmos de uma em uma hora, por ir à Broadway e ao shopping, mesmo detestando, por me dar bolo sempre, por me subornar para ir até Itu, por guardar as minhas coisas e me devolver depois de tanto tempo, por fazer minha vida também ter trilha sonora, por me mandar cartas enormes quando ainda não existia nem orkut e nem e-mail, por ter ido comigo no show do Titãs, e por toda a nossa história. Siga a sua aventura agora como se todos nós que te amamos estivessem junto com você, divirta-se ao máximo, deixa o juízo aqui no Brasil e nos mande notícias.
Obrigada por tudo, volte logo.